Biblioteca de Anais de Congresso PESQUISA Título ou assunto Autores No evento Todos os eventos 27° Congresso Brasileiro de Perinatologia (Rio de Janeiro, 2025) 16º Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (Cobrapem) (Recife, 2025) 17° Congresso Brasileiro de Adolescência (Porto Alegre, 2025) 5° Simpósio Internacional de Dermatologia Pediátrica (Belo Horizonte, 2025) 18° Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva (Belo Horizonte, 2025) 2º Congresso de Pediatria da Região Norte (Palmas, 2025) 23° Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica (São Paulo, 2025) 18º Congresso Brasileiro de Pneumologia Pediátrica (Porto Alegre, 2025) 17° Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia Pediátrica (São Paulo, 2025) CAPCO 2025 – Congresso de Atualização em Pediatria do Centro-Oeste (Brasília, 2025) 41° Congresso Brasileiro de Pediatria (Florianópolis, 2024) 19º Congresso Brasileiro de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátricas | 5º Congresso Brasileiro de Nutrologia Pediátrica | 2ª Simpósio de Suporte Nutricional Pediátrico (São Luís, 2024) 4º Congresso Brasileiro de Urgências e Emergências Pediátricas (Brasília, 2024) 2º Congresso de Pediatria da Região Nordeste (Campina Grande, 2024) 15° Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (Belo Horizonte, 2023) 22° Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica | 17º Simpósio Brasileiro de Vacinas (Curitiba, 2023) 26º Congresso Brasileiro de Perinatologia (Florianópolis, 2023) 16° Congresso Brasileiro de Adolescência (Rio de Janeiro, 2023) 4º Simpósio de Dermatologia Pediátrica (Porto Alegre, 2023) 1° Congresso de Pediatria da Região Norte (Manaus, 2023) 16° Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia Pediátrica (Belém, 2023) 3° Congresso Brasileiro de Urgências e Emergências Pediátricas. (Rio de Janeiro, 2022) 17º Congresso de Pneumologia Pediátrica (Rio de Janeiro, 2022) 19° Congresso Brasileiro de Nefrologia Pediátrica (Belém, 2022) 40° Congresso Brasileiro de Pediatria (Natal, 2022) 18º Congresso Brasileiro de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátricas | 4º Congresso de Nutrologia Pediátrica | 1º Simpósio de Suporte Nutricional (Goiânia, 2022) 8º Simpósio Internacional de Reanimação Neonatal (Salvador, 2022) 25° Congresso Brasileiro de Perinatologia (Salvador, 2021) 14º Congresso Brasileiro de Endocrinologia Pediátrica (On-line, 2021) 16° Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva Pediátrica (On-line, 2021) 3° Simpósio Internacional de Dermatologia Pediátrica (On-line, 2021) 21° Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica (Brasília, 2020) 16° Congresso Brasileiro de Pneumologia Pediátrica (Maceió, 2019) 39 Congresso Brasileiro de Pediatria (Porto Alegre, 2019) 13° Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (Costa do Sauípe, 2019) 15° Congresso Brasileiro de Adolescência (São Paulo, 2019) 15° Simpósio Brasileiro de Vacinas (Aracajú, 2019) 15º Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia Pediátrica (Foz do Iguaçu, 2019) 20º Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica (Salvador, 2018) 24º Congresso Brasileiro de Perinatologia (Natal, 2018) 3º Congresso Brasileiro e 6º Simpósio Internacional de Nutrologia Pediátrica (Belo Horizonte, 2018) 17° Congresso Brasileiro de Gastroenterologia Pediátrica (Porto de Galinhas, 2018) 1° Congresso Sul-Americano, 2° Congresso Brasileiro e 3° Congresso Paulista de Urgências e Emergências Pediátricas (São Paulo, 2018) 2° Dermaped - Simpósio Internacional de Dermatologia (Curitiba, 2018) 7° Simpósio Internacional de Reanimação Neonatal (Foz do Iguaçú, 2018) 38° Congresso Brasileiro de Pediatria (Fortaleza, 2017) 15° Congresso Brasileiro de Ensino e Pesquisa (Fortaleza, 2017) 10° Congresso Brasileiro de Reumatologia Pediatrica (Fortaleza, 2017) 1° Simpósio de Aleitamento Materno (Fortaleza, 2017) 12º Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (Rio de Janeiro, 2017) 14° Congresso de Alergia e Imunologia Pediátrica (Cuiabá , 2017) 19° Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica (Fortaleza, 2016) 14° Congresso Brasileiro de Adolescência (Campo Grande, 2016) 2º Congresso Brasileiro de Nutrologia Pediátrica / 5º Simpósio Internacional de Nutrologia Pediátrica (Belém , 2016) 23º Congresso Brasileiro de Perinatologia (Gramado, 2016) 16° Congresso Brasileiro de Gastroenterologia Pediátrica (Vitória, 2016) 14° Congresso Brasileiro de Terapia Intensiva Pediátrica (Brasília, 2016) 6° Simpósio Internacional de Reanimação Neonatal (Belo Horizonte, 2016) 37-congresso-brasileiro-de-pediatria (Rio de Janeiro, 2015) 13º Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia em Pediatria (Salvador, 2015) 11º Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (Natal, 2015) 17º Congresso Brasileiro de Nefrologia Pediátrica (Belo Horizonte, 2015) 14° Congresso Brasileiro de Ensino e Pesquisa (Campinas, 2014) 22° Congresso Brasileiro de Perinatologia (Brasília, 2014) 1° Congresso Brasileiro de Nutrologia Pediátrica (Florianópolis, 2014) 18º Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica (Gramado, 2014) 13º Congresso Brasileiro de Adolescência (Aracajú, 2014) 14° Congresso Brasileiro de Pneumologia Pediátrica (Porto de Galinhas, 2014) 5° Simpósio Internacional de Reanimação Neonatal (Gramado, 2014) 15° Congresso Brasileiro de Gastroenterologia Pediátrica (Natal, 2014) 36° Congresso Brasileiro de Pediatria (Curitiba, 2013) 9° Congresso Brasileiro de Reumatologia Pediatrica (Curitiba, 2013) 10° Congresso Brasileiro Pediátrico e Endocrinologia e Metabologia (Brasília, 2013) 21° Congresso Brasileiro de Perinatologia (Curitiba, 2012) 12° Congresso Brasileiro de Adolescência (Florianópolis, 2012) 17° Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica (Rio de Janeiro, 2012) 12° Congresso Brasileiro de Terapia Intensiva Pediátrica (São Paulo, 2012) 14° Congresso Brasileiro de Gastroenterologia Pediátrica (São Paulo, 2012) 3° Simpósio Internacional de Nutrologia Pediátrica (Fortaleza, 2012) 12° Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia em Pediatria (São Paulo, 2012) Buscar Exibir todos os trabalhos deste evento Sua busca retornou 29598 resultado(s). SÍNDROME DE DOWN E INCOMPETÊNCIA IMUNOLÓGICA LARA BARBOSA DA SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), KATHERINE MACIEL COSTA SILVESTRE (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), CAROLINNE PAIOLI TROLI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), LARA NOVAES TEIXEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), LUIZA SALVADOR SCHMID (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), LUISA FERREIRA SILVA LOPES (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), DANIELLA VELLO ABDELMALACK (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), VANESSA MORATO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO), CAROLINA... Autores: a sindrome de down (sd) e uma condicao genetica causada pela trissomia 21 e e a sindrome cromossomica mais frequente em humanos, ocorrendo em aproximadamente 1/800 nascidos vivos, independentemente de etnia, sexo ou classe social. os pacientes com sd estao mais predispostos a diversas comorbidades, como cardiopatias, doencas autoimunes, infeccoes graves, e necessitam de cuidados especiais para garantir sua saude. nosso objetivo e avaliar as caracteristicas clinicas e laboratoriais de pacientes com sd.estudo transversal, retrospectivo, com analise de prontuarios eletronicos de 16 pacientes com sd em acompanhamento em um centro de referencia em imunologia no ultimo ano. foram analisados os seguintes aspectos: valores de trec e krec, padrao de infeccao mais prevalente, necessidade de reposicao de imunoglobulinas, resposta vacinal, e comorbidades associadas.dezesseis pacientes analisados (oito meninas e oito meninos), com idades entre um e vinte e nove anos, encaminhados atraves de rastreio pelo teste de triagem neonatal ou devido infeccoes sinopulmonares recorrentes. treze ja necessitaram de reposicao de imunoglobulinas. quatro pacientes apresentaram baixos krecs (vr <20) e tres baixos trecs (vr<25). cinco pacientes tiveram documentada uma resposta prejudicada ao pneumococo. quanto ao padrao infeccioso, as infeccoes sinopulmonares foram as mais prevalentes, manifestando-se com pneumonia grave ou recorrente em treze pacientes. hipotireoidismo foi encontrado em oito dos pacientes. apenas tres nao tinham cardiopatia. forame oval patente, comunicacao interventricular isolada, comunicacao interatrial, cardiopatia complexa, persistencia do canal arterial e defeito do septo atrioventricular foram as manifestacoes cardiacas mais comuns nesta amostra.nem todos os pacientes devem ser tratados como imunodeficientes. porem, alguns endotipos podem apresentar alteracoes mais profundas e devem ser encarados como tal. dada a incidencia da sd e sua frequente associacao com infeccoes, cardiopatias e hipotireoidismo, a avaliacao imunologica deve se tornar rotina nos centros de atendimento pediatrico, para minimizar a morbimortalidade desses pacientes. OS EFEITOS DA IMUNOTERAPIA SUBLINGUAL SOBRE A RINITE ALÉRGICA EM CRIANÇAS GLENDSE GIOVANNA COSTA PINHEIRO (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ), CHAN DAVID RIBEIRO (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ), LUCAS FERRAZ DE SOUZA MONTEIRO (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ), ANTÔNIO LUCAS BERGH PEREIRA (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ), BRUNO KAUÊ RODRIGUES VILHENA (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ), NELSON VEIGA GONÇALVES (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ) Autores: a rinite alergica e uma inflamacao das mucosas nasais ao contato com alergenos e pode ser tratada por imunoterapia.analisar os atuais resultados no uso da imunoterapia sublingual (slit) contra rinite alergica (ra) em criancas, uma vez que a slit constitui uma opcao terapeutica que induz tolerancia aos alergenos e aumento importante da qualidade de vida do paciente.trata-se de uma revisao integrativa da literatura de carater observacional, transversal e qualitativo. a coleta de estudos foi feita na biblioteca virtual de saude (bvs), por meio dos descritores “imunoterapia sublingual”, “rinite” e “criancas”, indexados nos �descritores em ciencias da saude” (decs). foram elegiveis ao estudo, publicacoes integrais publicadas no periodo de 2018 a 2023 em ingles, espanhol e portugues. foram excluidos estudos duplicados ou que nao incluiam criancas na amostra analisada, editoriais e revisoes narrativas.foram encontrados 72 artigos com os descritores e selecionados 9 apos leitura aprofundada. no estudo relacionado com ra induzida por acaro domestico, notou-se que o tratamento com slit em conjunto com farmacoterapia (pt) foi superior em todos os quatro escores para o controle de ra em relacao ao uso somente de pt para o tratamento. quanto a pesquisa que utiliza slit de polen de ambrosia em criancas com ra, observou-se que essa intervencao melhorou os sintomas relacionados a ra e reduziu os medicamentos utilizados para seu alivio, em comparacao com o grupo placebo. outro estudo aponta que a inibicao da resposta th2 e a melhora dos sintomas da rinite alergica por slit tem relacao com a reducao da expressao de celulas linfoides inatas tipo 2 (ilc2), a qual foi mantida baixa por pelo menos dois anos. uma das literaturas corrobora com este resultado, evidenciando a reducao do nivel de il-33 apos o termino do tratamento, o que minimizou as respostas de th2. ainda acerca da populacao de celulas t em resposta a slit, uma pesquisa apresenta aumento no subtipo cd4+cd25+foxp3, cuja mudanca se relaciona inversamente com os escores totais da rinite. ademais, um dos artigos apontou que o perfil de seguranca dos pacientes fora do grupo controle se manteve estavel, sem a presenca de reacoes adversas, como choques anafilaticos. em outro estudo, verificou-se que o tratamento feito com comprimidos com acaro de poeira domestica por via sublingual e eficaz na melhora do quadro de sintomas de pacientes com rinoconjuntivite alergica, com aumento significativo nas relacoes ige e igc4 antigeno especifico.um tratamento com slit combinado com pt mostra melhora nos sintomas de ra, minimiza resposta th2, aumenta os niveis do subtipo cd4+cd25+foxp3 da celula t e reduz a dependencia de medicamentos para controle da doenca, alem de apresentar um perfil de seguranca satisfatorio nos testes, sem reacoes adversas. ressalta-se a necessidade de estudos sobre niveis de celulas de sistema imune como preditores da eficacia da slit. ANGIOEDEMA HEREDITÁRIO - RELATO DE CASO DRAMÁTICO EM ADOLESCENTE YASMIN PERES (IPPMG/UFRJ), LAURA SANTOS (IPPMG), EVANDRO PRADO (IPPMG/UFRJ), GABRIELA DIOGO (IPPMG/UFRJ), LUIZA FURTADO (IPPMG/UFRJ), EKATERINI GOUDOURIS (IPPMG/UFRJ), MARIA FERNANDA MOTA (IPPMG/UFRJ), CAMILA LIRA (IPPMG/UFRJ), FERNANDA MARIZ (IPPMG/UFRJ) Autores: o angioedema hereditario (aeh) e uma doenca autossomica dominante caracterizada por crises recorrentes de edema que acometem o tecido subcutaneo e submucoso. em decorrencia da falta de conhecimento dessa condicao por profissionais de saude, ocorre atraso importante no seu diagnostico e tratamento, resultando em significativa morbidade e, infelizmente, tambem mortalidade. paciente do sexo feminino com diagnostico de angioedema hereditario desde a idade pre-escolar, estava em acompanhamento irregular, em uso de acido tranexamico em subdose e nao continuo, e nao havia obtido acesso ao medicamento para tratamento das crises. em 2022, aos 12 anos, apos menarca, a adolescente apresentou episodio de edema de face com desconforto respiratorio. apesar da responsavel da paciente ter relatado o diagnostico de aeh, ela recebeu tratamento inadequado na emergencia, com anti-histaminicos, corticoide e adrenalina. evoluiu com parada cardiorrespiratoria com duracao de 16 minutos. houve lesao isquemica cerebral difusa e grave.pacientes pediatricos em geral apresentam manifestacoes mais leves do aeh. no entanto, podem ocorrer crises severas, com graves consequencias, particularmente em adolescentes apos menarca.a dificuldade de acesso aos medicamentos de tratamento de crise, a ausencia de conhecimento dos medicos em geral sobre o aeh e seu tratamento sao responsaveis por evolucoes dramaticas, com significativa morbidade. AVALIAÇÃO DA ADESÃO AO TRATAMENTO DA ASMA EM CRIANÇAS: A INFLUÊNCIA DO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO RAFAEL A. SERRANO (SERVIÇO DE ALERGIA E IMUNOLOGIA PEDIÁTRICA, COMPLEXO HOSPITAL DE CLÍNICAS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), ISABELA GRAZIA DE CAMPOS (SERVIÇO DE ALERGIA E IMUNOLOGIA PEDIÁTRICA, COMPLEXO HOSPITAL DE CLÍNICAS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), BÁRBARA P. ARONI (SERVIÇO DE ALERGIA E IMUNOLOGIA PEDIÁTRICA, COMPLEXO HOSPITAL DE CLÍNICAS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ), JESSÉ LANA (SERVIÇO DE ALERGIA E IMUNOLOGIA PEDIÁTRICA, COMPLEXO HOSPITAL DE CLÍNICAS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO P... Autores: a asma e a doenca cronica mais prevalente na infancia. o controle da doenca e desafiador, porem fundamental para evitar exacerbacoes graves e danos em longo prazo. estudos em adultos ja mostraram que a baixa adesao medicamentosa, bem como aos cuidados do ambiente, impactam no controle da doenca.conhecer a adesao ao tratamento da asma na populacao pediatrica e associa-lo ao controle da doenca e outras variaveis clinicas.trata-se de um estudo observacional transversal onde foram incluidos 104 pacientes com asma, acompanhados no servico de alergia, imunologia e pneumologia pediatrica do complexo hospital de clinicas da universidade federal do parana. foram realizadas entrevistas com base em questionarios sobre adesao ao uso de medicacao, controle ambiental e crencas populares sobre a asma.foi possivel identificar uma correlacao positiva entre pacientes que acreditavam em um ou mais mitos sobre a asma e pior adesao ao uso da medicacao (p = 0,025). tambem foi possivel identificar uma relacao significativa, entre uma boa adesao a medicacao e o controle total da asma (p = 0,038) medido pelo asthma control test (act) de 25 pontos. cinquenta e um por cento dos participantes entrevistados relatou boa e otima adesao ao controle de ambiente.a adesao e o controle de ambiente avaliados foram satisfatorios na populacao de criancas asmaticas de um ambulatorio de referencia. as crencas populares mostraram influencia na adesao e no controle da asma dos pacientes entrevistados. os achados reforcam a importancia da comunicacao assertiva entre medico e paciente, bem como do papel da educacao da asma tambem voltada para a populacao pediatrica. MORTALIDADE DE PACIENTES ASMÁTICOS PEDIÁTRICOS NA REGIÃO NORTE NO PERÍODO DE 2018 A 2022. LUMA DE MELO MEDEIROS (CESUPA ), RENATA AMANAJÁS DE MELO (UEPA ), LAÍS MILÉO GOMES SÁ (CESUPA ), IZABELA CARNEIRO DE QUEIROZ (CESUPA), NICOLE GARCIA DOS SANTOS GOÉS (CESUPA ), GIULIA LINS REMOR (CESUPA ), LUIZA LAMARTINE NOGUEIRA ARAÚJO (CESUPA ), LOUISE ARAÚJO JASSÉ SANTOS (CESUPA ) Autores: a asma, assim como as demais doencas que compoem a chamada “triade atopica”, e uma doenca comum na faixa etaria pediatrica, sendo causa importante de limitacao das atividades diarias quando nao controlada. diversos sao os fatores de risco que podem levar a exacerbacao de um quadro de asma e, consequentemente, impactar na morbimortalidade da doenca, tais como infeccoes do trato respiratorio, exposicao a alergenos e mudancas climaticas. apesar de a crise de asma nao configurar a principal causa de obitos em ambientes hospitalares, e importante reconhecer que o seu manejo adequado nos servicos de emergencia e de suma importancia para garantir a estabilidade do paciente e, portanto, reduzir ainda mais as suas taxas de morbidade e mortalidade. diante do exposto, o presente trabalho apresenta uma analise das taxas de mortalidade por asma na regiao norte do brasil, com enfase na faixa etaria pediatrica. analisar a taxa de mortalidade das internacoes por asma na faixa etaria pediatrica (ate 19 anos) na regiao norte no periodo de 2018 a 2022. trata-se de um estudo descritivo, quantitativo e retrospectivo realizado com base em dados coletados do departamento de informatica do sistema unico de saude (datasus). foram coletados dados relativos a mortalidade por asma na faixa etaria pediatrica, na regiao norte, no periodo de 2018 a 2022. a regiao norte, no periodo de 2018 a 2022, apresentou um total de 108 casos de obitos por asma, sendo destes apenas 10 na faixa etaria pediatrica (0-19 anos), totalizando uma prevalencia de 9,2%. o estado do para foi o que totalizou a maior quantidade de obitos nesse intervalo de idade, registrando 05 no periodo citado, sem diferenca significativa entre os sexos. a faixa etaria de maior incidencia de obitos na regiao foi de 1 a 4 anos, dado que pode ser justificado pelo fato de a exacerbacao da asma estar relacionada a alguns fatores, principalmente quadros de infeccoes recorrentes de via aerea, muito comuns nesse periodo da vida, devido a entrada da crianca em creches e/ou escolas, o que aumenta a exposicao a virus e bacterias e predispoe a exacerbacao do quadro. a analise da mortalidade por asma na regiao norte revelou que a quantidade de obitos e superior em adultos, quando comparada a faixa etaria pediatrica. todavia, quando analisada apenas criancas de 0 a 19 anos, percebe-se que a incidencia de obitos e maior entre 1 a 4 anos, sem diferenca significativa entre os sexos. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS INTERNAÇÕES POR ASMA EM CRIANÇAS NA REGIÃO NORTE ENTRE 2013 E 2022 GIULIA LINS REMOR (CESUPA), RICARDO ORMANES MASSOUD (UEPA), ARTHUR CAVALCANTE LOPES (UFPA), THAINÁ BENTES CELSO (UNIFAMAZ), FERNANDA BEATRIZ PEREIRA LOPES (CESUPA), RENAN WILLIAN COSTA DA SILVA (UFPA), REGINALDO COSTA DA SILVA JUNIOR (UFPA), MARINA MARTINS EGUCHI (CESUPA), LUCAS DE OLIVEIRA MENEZES (UNIFAMAZ), CAROLINA SOARES CHADY (UNIFAMAZ) Autores: asma e uma condicao na qual as vias aereas estao inflamadas ou estreitas, causando uma importante dispneia ao paciente. pode levar o paciente a desenvolver taquipneia, tosse e infeccao respiratoria frequente. o tratamento mais comum e feito com broncodilatadores e corticoides, normalmente de uso nasal inalatorio.analisar o perfil epidemiologico dos individuos diagnosticados com asma, no periodo de 2013 a 2022, na regiao norte do brasil. tratou-se de um estudo descritivo do tipo ecologico. a populacao do estudo consistiu nos registros de casos de asma ocorridos em criancas nas idades entre 0 e 14 anos, na regiao norte, existentes no banco de dados do departamento de informatica do sistema unico de saude (datasus), no periodo de 2013 a 2022. foi possivel a identificacao de tres variaveis principais: raca/cor, sexo e unidade da federacao. apos a selecao dos dados, estes foram tabulados utilizando o microsoft excel 2019.os dados compilados de internacoes de criancas por asma na regiao norte entre os anos de 2013 a 2022 demonstraram um quantitativo total de 58.128 de casos, sendo que as criancas do sexo masculino representaram a maioria com 32.441 casos (55,80%), enquanto que as do sexo feminino contabilizam 25.687 casos (44,20%). alem disso, cabe observar que, em ambos os sexos, o ano de 2013 apresentou o maior numero de casos registrados, seguido por algumas intercalacoes entre aumentos e quedas ao longo do periodo estudado. a regiao norte do brasil e constituida por 7 (sete) estados: acre, amapa, amazonas, para, rondonia, roraima e tocantins. no para a prevalencia se trata, especificamente, de 38.935 internacoes, cerca de 66,98%, enquanto o amazonas, que e o segundo estado do norte mais relevante em internacoes, foi responsavel por apenas 7.494 (12,89%), seguido pelo estado de rondonia com 5.305 (9,12%) criancas internadas no periodo. em quarto lugar fica o tocantins com 2.788 (4,79%), seguido do amapa com 1.571 (2,7%) internacoes infantis por asma. em sexto lugar fica o estado de roraima com 1.046 (1,79%) e em setimo e ultimo lugar em internacoes ocasionadas por asma em criancas entre 2013 e 2022, ficou o acre, com 989 casos, cerca de 1,7%. quanto a variavel raca, observa-se a prevalencia das internacoes por pessoas pardas (30.575 casos) contando com 52,59% da populacao analisada. o destaque dessa populacao se da, principalmente, ao estado do para (18.560 casos). o segundo lugar pertence as pessoas brancas (1.277 casos), sendo 2,19% do total, entretanto, diferente da populacao parda, a prevalencia das internacoes desses pacientes foi em rondonia. em terceiro lugar, tem-se a populacao indigena (715 casos), contando com 1,23% da amostra, seguida pela populacao preta (548 casos), abrangendo 0,94% do total e, por ultimo, a populacao amarela (216 casos), com 0,37% do total. portanto, percebe-se que as internacoes causadas por asma, na regiao norte, estiveram associadas principalmente ao estado do para, ao sexo masculino e a raca/cor parda. IMPACTO DA ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL SOBRE O PERFIL CLÍNICO E ALIMENTAR DE CRIANÇAS DIAGNOSTICADAS COM ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE DE VACA INGRID FERREIRA DIAS LIMA (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ), LUIZA VIANNA CONTEVILLE (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ), NATHÁLIA ROLDÃO PASSOS (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ), ALICE VALENTE DA SILVA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - HUPE/UERJ), DIANA BARBOSA CUNHA (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ), PATRICIA COELHO DE VELASCO (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ) Autores: o contato de criancas com as proteinas contidas no leite de vaca (lv) e seus derivados pode desencadear a alergia a proteina do leite de vaca (aplv). o tratamento da aplv consiste na dieta de exclusao destes alimentos, tornando um ponto critico, pois sua retirada pode impactar na ausencia de nutrientes para o crescimento e desenvolvimento. este estudo buscou analisar a efetividade da orientacao nutricional sob o perfil clinico e alimentar de criancas diagnosticadas com aplv. trata-se de uma pesquisa de intervencao, retrospectiva, com controle historico do tipo antes e depois, de criancas atendidas em um ambulatorio de alergia alimentar, atraves da analise de prontuarios de novembro de 2014 a agosto de 2022. a amostra foi selecionada de acordo com os criterios: nao apresentar outras alergias alimentares, idade entre 1 e 11 anos, recordatorio de 24 horas (r24h) da primeira (pre-intervencao nutricional) e ultima consulta (pos-intervencao nutricional). para a classificacao do estado nutricional, adotamos as curvas de crescimento da organizacao mundial da saude de 2006 e 2007. os alimentos descritos no r24h foram classificados e contabilizados baseados na classificacao nova. os resultados estatisticos foram significativos para p<0,05. participaram do estudo 39 criancas, entre 1 e 11 anos, com media de 4 anos de idade (� 2,8 anos), sendo 62% do sexo masculino. 90% receberam aleitamento materno exclusivo por algum tempo de vida. o indicador p/i estava adequado em 83% das criancas no pre e em 91% no pos-intervencao. houve uma reducao do numero de criancas classificadas com p/i elevado, ao comparar o pre e pos-intervencao, sendo 14% e 9%, respectivamente. os indicadores e/i e imc/i apresentaram maior adequacao em ambos os momentos da analise do estudo. comparando os parametros p/i, e/i e imc/i no pre e pos-intervencao nutricional, nao houve diferenca estatistica significativa. com relacao a analise do perfil alimentar, nao encontramos diferenca significativa para as medias do numero de alimentos, calorias e distribuicao do valor energetico total (vet). ao classificar o consumo quantitativo dos r24h no pre e pos-intervencao, observamos que 26 criancas consumiam, em sua maioria, alimentos in natura no pre, passando para 28 no pos-intervencao. por outro lado, 8 criancas consumiam mais ultraprocessados (up) no pre, com um declinio para 5 criancas no pos-intervencao. em relacao ao percentual do vet, 16 criancas consumiam mais calorias oriundas de alimentos in natura, passando para 19 apos a intervencao. 15 criancas, no momento pre-intervencao, apresentaram um percentual maior de seu vet destinado para calorias de alimentos up, com reducao para 14 criancas no pos-intervencao. as bebidas mais utilizadas como substitutos do lv possuem adicao de acucar ou edulcorantes, como suco de caixa, refresco em po e refrigerante.o estudo evidenciou como um acompanhamento nutricional adequado e mandatorio em pacientes com aplv a fim de garantir escolhas alimentares saudaveis. PUSTULOSE EXANTEMÁTICA GENERALIZADA AGUDA: RELATO DE CASO EM HOSPITAL DE REFERÊNCIA EM PEDIATRIA EM BELÉM-PA/2022. ANA CARLA FADEL (FSCMPA), LARISSA VIEIRA VIANA (FSCMPA), LAYSSA GABRIELA MORGADO BRITO (FSCMPA), CAMILA DE ARAÚJO SIMÕES (FSCMPA) Autores: a pustulose exantematica generalizada aguda (pega), faz parte de grupo de doencas caracterizadas por reacoes cutaneas adversas severas, com incidencia de 1-5 pacientes por milhao/ano. os fatores mais comuns desencadeantes sao a hipersensibilidade a farmacos e as infeccoes virais.relatar o caso de um paciente com diagnostico da pustulose exantematica generalizada aguda, internado na fscmpa, em 2022, a partir de dados coletados em prontuario medico eletronico e estabelecer uma revisao de literatura acerca dos argumentos propostos. pesquisa de carater observacional, retrospectiva e descritiva do tipo relato de caso. realizada nas dependencias do hospital fundacao santa casa de misericordia do para, no periodo de 19 a 22 de fevereiro de 2022. as informacoes foram obtidas na gerencia de arquivos medicos, atraves da analise dos registros disponibilizados em prontuario apos a aprovacao pelo comite de etica em pesquisa (cep).m.o.r, 5 anos, sexo masculino, apresentou quadro de febre, odinofagia e exantema maculopapular pruriginoso, de progressao centrifuga e inicio ha 06 dias. previamente higido, negava alergias e uso previo de medicacoes. em atendimento de urgencia pediatrica, levantou-se a hipotese de escarlatina recebendo, por isso, dose unica de penicilina g benzatina. evoluiu com piora do aspecto das lesoes, persistencia da febre e leucocitose em exames laboratoriais. a admissao em enfermaria, apresentava-se febril com exantema maculopapular eritematoso difuso predominando em tronco, gluteo e membros com multiplas pustulas de conteudo esteril e nao foliculares, disseminadas, com diametro aproximado de 5 milimetros. exames laboratoriais revelaram leucocitose compredominio de segmentados (19.300), proteina c reativa aumentada (132,5), aso negativo e teste rapido de covid negativo. estava em uso de ceftriaxone + oxacilina (d2) e sintomaticos, prescritos no servico anterior. em discussao com dermatologista via teleconsulta, aventou-se hipotese de pega. foram adicionados a terapeutica do paciente corticoterapia com prednisolona (1mg/kg/dia) e anti-histaminico. optou-se por suspender a antibioticoterapia vigente, iniciou-se ciprofloxacino (30mg/kg/dia). apos 04 dias de internacao, paciente encontrava-se afebril e com melhora progressiva das lesoes cutaneas, mantendo apenas xerodermia e descamacao residual. na alta, manteve-se uso de antibiotico, anti-histaminico e hidratante.a suspeicao diagnostica do referido caso se deu devido o surgimento de manifestacao clinica apos administracao de penicilina. a media de tempo de surgimento dos sintomas do paciente condiz com o exposto, pois o tempo de evolucao entre a administracao e o inicio dos sintomas foi de 6 dias. o paciente apresentou inicialmente exantema pruriginoso. no entanto, diferiu quanto a distribuicao centrifuga. a interrupcao do farmaco suspeito, a prevencao de infeccoes, a corticoterapia topica e/ou sistemica e terapeutica anti-histaminica e a referida na literatura e instituida ao paciente. TUBERCULOSE EM CRIANÇAS NO ESTADO DO PARÁ: SÉRIE HISTÓRICA 2018 A 2022 MARIA VITORIA SOUZA MARQUES (CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ), VITORINA SOUZA MARQUES (CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ), MARIA JÚLIA BATISTA MARQUES (CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ), ANA PAULA SALES DE ARAÚJO (CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ), ISADORA FERNANDA RODRIGUES E RODRIGUES (CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ), LORENA MAYRA FARIAS CUNHA (CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ), ANANDA CAROLINA REIS PRESTES (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ), MARIANE ALVES... Autores: a tuberculose (tb) e uma das doencas mais registradas no decorrer da historia humana, sendo uma das causas principais da mortalidade elevada ate a decada de 40, havendo um decrescimo a partir da decada de 60. tal patologia e causada pelo mycobacterium tuberculosis, transmitida por via respiratoria, que ,atualmente, tem como unico metodo de prevencao a vacina bcg, a qual e administrada ao nascer por via intradermica. a doenca infectocontagiosa em questao, segue sendo tema para estudos e analises de dados,especialmente em criancas, devido a importancia de compreender e acompanhar o perfil epidemiologico da enfermidade. a tb e um serio problema de saude publica, no qual o publico infantil e mais propenso a desenvolver formas graves da doenca. assim, o objetivo do presente estudo e avaliar o perfil epidemiologico dos casos de tb na infancia na regiao do para, no periodo de 2018 a 2022. corresponde a um estudo descritivo, retrospectivo e quantitativo com base nos dados secundarios fornecidos pelo sistema de informacao de agravos de notificacao (sinan) do departamento de informatica do sus (datasus). os dados coletados foram armazenados e analisados no programa microsoft office exceltm., utilizando -se as variaveis: microrregiao do instituto brasileiro de geografia e estatistica (ibge), idade e sexo. dentre os 2.165 casos notificados no intervalo de tempo avaliado, identificou - se que 540 casos foram notificados em 2019 e 218 em 2022, correspondendo, respectivamente, aos anos com a maior e menor quantidade contabilizada de tb. a faixa etaria considerada para analise foi ate aos 19 anos, com uma menor prevalencia em criancas menores de 1 ano de idade, com 110 registros de individuos acometidos e um maior quantitativo entre 15 a 19 anos com 1465 casos. o estudo evidenciou que belem foi a cidade com maior numero de notificacoes, somando 2.165, seguida da regiao bragantina com 105 casos e santarem com 94. os municipios com o menor indice de tb na infancia foram portel e conceicao do araguaia, ambas com 6 casos. a pesquisa destaca, ainda, que cerca de 55,7% dos individuos eram do genero masculino e 44,2% do feminino. de acordo com o presente estudo, nota-se que a tb e uma doenca infectocontagiosa e recorrente em criancas, visto o numero consideravel de casos notificados nos 5 anos analisados, tornando essa patologia um problema de saude publica. assim, e crucial investir em acoes de prevencao da tuberculose na infancia para diminuir o numero de acometimentos nessa fase importante da vida, especialmente o incentivo a vacina bcg. DOENÇA GRANULOMATOSA CRONICA: NEM SEMPRE O INICIO É PRECOCE LUIZA FURTADO (IPPMG), HELENA COELHO (IPPMG), GABRIELA DIOGO (IPPMG), HELOIZA SILVEIRA (IPPMG), EVANDRO PRADO (IPPMG), MARIA FERNANDA MOTTA (IPPMG), EKATERINI GOUDOURIS (IPPMG) Autores: a doenca granulomatosa cronica (dgc) e uma enfermidade que ocorre por conta da diminuicao da capacidade de geracao de superoxido pelos neutrofilos e macrofagos, manifestando-se clinicamente por infeccoes multiplas e recorrentes. os orgaos mais comumente afetados sao pulmoes, pele, linfonodos e figado. a maioria dos individuos acometidos pela dgc apresenta forma ligada ao x e e diagnosticada antes dos cinco anos de idade.menino, aos 5 anos, apresentou quadro de infeccoes abdominais - 2 abscessos hepaticos em um mesmo ano - com necessidade de internacao em uti e antibioticoterapia venosa. aos oito anos, foi internado com febre, cefaleia, convulsao e alteracao da consciencia, sendo diagnosticado abscesso cerebral, permaneceu 50 dias internado. durante esta segunda internacao, aventou-se a hipotese de imunodeficiencia. solicitado exame dhr, que confirmou o diagnostico. iniciou-se o tratamento profilatico com smz + tmp e o paciente nao apresentou mais alteracoes desde entao.classicamente a dgc acontece em meninos com inicio das manifestacoes clinicas no primeiro ano de vida, com multiplos abscessos cutaneos e outros orgaos, pneumonias, osteomielite, reacao a vacina bcg e formacao de granulomas.o diagnostico de dgc nao deve ser descartado diante do inicio tardio de uma quadro clinico sugestivo. « 2197 2198 2199 2200 2201 »